Deputado Zé Silva, defende políticas públicas para a agricultura brasileira em sessão especial na Câmara dos Deputados

by itlabs
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CODEVASP“O deputado Zé Silva,   afirmou durante o seu discurso,  que o produtor rural não pode ser “apontado” como o culpado da crise no Brasil
”,  afirmou o deputado Zé Silva (Solidariedade/MG), durante a sua participação,  em sessão  no Plenário da Câmara dos Deputados, na manhã desta quarta – feira (4), com o   objetivo de  cobrar  soluções para o fim do desperdício e a melhor utilização dos recursos hídricos  do Brasil.

 

Participaram  do debate o  ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga, parlamentares, especialistas e representantes de Agência Nacional de Águas (ANA); e da Secretaria de Recursos Hídricos de São Paulo (Sabesp) o presidente do Associação Brasileira das Entidades  de Assistência Técnica e Extensão Rural (Asbraer) e presente de Emater dentre outros.

 

Citando dados da Agência Nacional de Águas (ANA), o parlamentar ,  explicou  que   o  campo utiliza  uma quantidade maior de água ,  61% , já as  cidades, 27%; e as indústrias, 12%. “É importante destacar que  as  cidades não preservam os rios, as nascentes, os topos de morro, fazem uma matemática negativa relacionada a agricultura da qual eu não sei o fundamento, de que 1 quilo de arroz ou um bife gastam tantos  litros de água. Na verdade, a agricultura limpa a água”,  disse  Zé Silva.

FOTO DISCURSO1

O deputado exemplificou, dizendo que a  planta absorve, filtra e transforma em alimento essa água. “No máximo 12%, como é o caso dos grãos de soja, de milho e de arroz, ficam no alimento. O restante vai alimentar o ciclo hidrológico”,  explica .

 

“Não  existe essa história de que a água vai acabar. A quantidade de água do planeta é sempre a mesma. Se faltar água aqui ou lá, em determinada época do ano,issodepende de nós, depende da maneira manejamos o meio ambiente”, disse

 

Zé Silva  explicou ainda que  o  pagamento da água continua equivocado,  defendendo o  produtor rural que segundo  o parlamentar ,  é pago por quem faz a captação, a distribuição, o tratamento e, principalmente, por quem suja mais a água, que são os 85% da população que estão nas cidades.

 

“Proponho,   remunerar o produtor rural, os agricultores, sem entrar no debate de que há também agricultura que polui. E a responsabilidade é de quem? Do Estado brasileiro, que não tem uma política de Estado para dar assistência técnica, organizar”, disse Zé Silva

 

O deputado afirmou  que  o ministério da Educação (MEC) precisa ter um programa de educação ambiental,  com apoio do ministério da Agricultura e do Desenvolvimento Agrário (MDA) e com total apoio da  Agência Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural (Anater). “Realizar uma educação não formal,  precisa ser prioridade do Estado brasileiro, se não as futuras gerações terão que ocupar  o Congresso Nacional mais uma vezes, para discutir medidas para combater a crise hídrica no Brasil, . porque não é na cidade que nós produzimos água, e sim no campo”, disse

 

O parlamentar  conclui , afirmando que  “a proposta de remunerar quem verdadeiramente produz água e um programa para consolidar todas as ações dos Ministérios, dos órgãos do Governo Federal, em sintonia com os Municípios, para educação ambiental e revitalização de nossos mananciais. Aí, nós teremos muita energia e muita água”, deputado Zé Silva

 

MINSITROO ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga,  afirmou que o Brasil vive um momento critico  e enfatizou a importância do debate na  Câmara dos Deputados.“Estamos efetivamente diante de um novo ritmo hidrológico no Brasil, fruto obviamente da relação homem, natureza que tem impacto no planeta e que tem mudanças, portanto, no clima. Uma mudança no ritmo hidrológico em nosso País e, como de resto, em outros países e o debate é de extrema importância”, explica o ministro.

 

Entre as prioridades  do ministério, estão a recuperação de atrasos de obras de transmissão e geração, a ampliação da oferta de energia elétrica com diversificação da matriz energética e estímulo à geração distribuída, além do cumprimento do cronograma de leilões previstos para 2015. O ministro destacou ainda   que o Ministério de Minas e Energia está buscando o fortalecimento das relações institucionais, mantendo diálogo com os diversos entes do governo e com os órgãos do setor. ” Precisamos da cooperação de todos para vencermos os desafios que enfrentamos durante esta crise hídrica”, disse o ministro Eduardo Braga.

 

O deputado Zé Silva,  que representa a vice liderança do Solidariedade na Câmara dos Deputados,  indicou o  presidente da Asbraer  e  Emater/DF,  Argileu Martins,   que   representa  o  conjunto das Emateres do Brasil, em mais de 5.200 municípios com quase 16 mil   extensionistas no campo.

 

Argileu Martins,    afirmou durante o seu discurso que  a crise hídrica deveria  ter sido discutida há mais tempo. “Se nós estivéssemos tratando as questões hídricas há mais tempo, certamente a crise energética não existiria ou estaria minimizada.O Brasil deixou de investir ou nunca investiu em manejo de água, há mais de 30 anos não investe em programas de manejo de solo. Depois, o nosso País faz muito pouco em educação ambiental”, explica Argileu.

 

argileu discursoO presidente  explicou que  para conviver e superar a crise hídrica no Brasil é necessário  olhar para os 5,1 milhões de estabelecimentos rurais existentes no País, dos quais 4,3 milhões são de agricultores familiares e 800 mil de grandes e médios produtores.“É preciso entender com clareza que água é produzida no campo.Não se produz água nas cidades. Então, se a água é produzida no campo, nós temos que começar a olhar os agricultores e os produtores rurais como produtores de água, além de produtores de alimentos”, explica.

 

O presidente citou  exemplos concretos   como o programa Produtor de Água,   em Santa Catarina, Minas Gerais e  Brasília,  que além de trabalhar as estradas vicinais, remunera os agricultores que protegem nascentes, que fazem matas ciliares.

 

O representante dos extensionsitas, propôs aos parlamentares,   que os projetos de pagamento de serviços ambientais , que estão em tramitação  fossem trabalhados e votados para solucionar   a crise.

 

O presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, anunciou  durante a sessão que será criada uma comissão especial destinada a estudar e debater os efeitos da crise hídrica no Brasil.

documento CUNHA

 

Acesse a íntegra  do discurso do deputado Zé Silva

https://www.youtube.com/watch?v=NS3m4TwQy3Y&feature=youtu.be

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