Especialistas defendem a capacitação do homem do campo como forma de prevenir a intoxicação pelo uso do agrotóxico

by itlabs
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Audiência Pública

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Especialistas que participaram da audiência pública  sobre o tema: “Uso de agrotóxico e seus efeitos sobre trabalhadores rurais e consumidores de produtos agropecuários”,  defendem que os trabalhadores rurais são as principais vítimas do uso indevido de agrotóxicos e  que a capacitação do homem do campo é a melhor forma de reduzirem os riscos de intoxicação pelo uso excessivo do produto nas lavouras. O debate  realizado através de requerimento  solicitado pelo deputado federal Zé Silva (SD – MG), aconteceu na  Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (CAPADR), na manhã nesta quinta – feira (27).

 

 “Como filho de agricultor, tive a oportunidade de colocar um pulverizador nas costas e trabalhar na lavoura de algodão e outras culturas, e sei que a falta da informação de como aplicar o agrotóxico corretamente pode prejudicar a saúde do trabalhador rural.Acredito no controle de pragas organicamente, mas os produtores rurais tem  a necessidade de produzir alimentos em prazo curto,  com resultados mais rápido, portanto o uso adequado de agrotóxicos , garantirá a produção de qualidade dos alimentos,  minimizando as consequências para  o trabalhador  e para os consumidores. Eu defendo a capacitaçao do produtor rural”, afirmou o deputado Zé Silva.

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“Essa audiência faz parte do debate que queremos promover para a saúde masculina e o homem do campo precisa do nosso apoio. Como membro da Frente Parlamentar proponho aperfeiçoar a legislação e as políticas públicas para ampliar e melhorar o atendimento à saúde masculina”, afirma Dr. Jorge (Pros-ES).

Presente na Audiência Pública, Gerente Geral de Toxicologia da ANVISA; Ana Maria Kevic;Representante do Conselho Federal de Medicina, Rosylane da Rocha; Confederação da Agricultura – CNA, Eduardo Brandão; Diretor de Sanidade Vegetal do MAPA, Luis Eduardo Rangel; Coordenador Geral de Saúde do Trabalhador do Ministério da Saúde, Jorge Machado;Coordenador da Executiva Nacional da FASER, Aldo de Jesus Filho e representantes do setor.

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Durante o seu discurso o deputado Zé Silva, afirmou que com a falta do serviço de assistência técnica e de extensão rural adequado, não será possível, chegar nas áreas  onde os trabalhadores rurais  precisam de orientação. “É de extrema importância à nomeação dos dirigentes da Anater, para que seja elevado o número de extensionistas no campo.Os trabalhadores do rurais precisam de capacitação  em diversas áreas“, afirma Zé Silva.

 

 

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Segundo o diretor do Departamento de Sanidade Vegetal, Ministério da Agricultura, Luis Eduardo Rangel, a educação através de extensão rural pode ser uma das soluções para minimizar o problema do uso inadequado de agrotóxicos, pelos produtores rurais.

“No Brasil existem cerca de cinco milhões de propriedades rurais, portanto, não é possível, que os trabalhadores da área de extensão, tenham acesso a todas as propriedades, para orientar os produtores. Precisamos ter a clareza de que as Políticas Públicas são essenciais para possibilitar  o acesso e fiscalização nas propriedades rurais, e que além fiscalização eles possam levar informações corretas do uso de agrotóxicos para reduzirem os riscos de contaminação, através do mau uso. Precisamos de ações coordenadas com o executivo”, explica Luis Eduardo Rangel.

JORGL“Precisamos promover um debate social nacional e levarmos o conhecimento real dos danos causados pelo mau uso do produto, e acredito que a educação, através da extensão rural, seja a melhor solução, para diminuição dos casos de intoxicação pelo uso de agrotóxicos, por trabalhadores rurais.

Jorge afirmou ainda que o Ministério da Saúde, propôs um senso de agropecuária 2015, mas que está ameaçado. “Precisamos do apoio da Câmara dos Deputados, para esclarecermos as lacunas e termos uma visão global do campo e o senso ajudará a detectar possíveis problemas, observar os grupos que são vulneráveis, nas fronteiras agrícolas”, explica Jorge Huet Machado.

ok anaSegundo a gerente-Geral de Toxicologia da ANVISA, Ana Maria Vekic, em 2012, foram pulverizados, aproximadamente, 100 bilhões de litros de agrotóxicos nas lavouras. “O Brasil é recordista mundial no consumo de agrotóxicos, com inúmeras consequências sobre a saúde e o meio ambiente. A exposição prolongada aos agrotóxicos pode causar ataques ao sistema imunológico, câncer, má formação e problemas de infertilidade.

O trabalhador rural é vitima e o trabalho de extensão rural  permitirá o conhecimento, porque, perseguimos a prevenção e não a remediação e precisamos reduzir o uso desses produtos”, disse a gerente-Geral de Toxicologia da ANVISA, Ana Maria Vekic.

 

Dados ANVISA – Segundo dados do Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Defesa Vegetal, reproduzidos pela Anvisa, em 2006 foram comercializadas 480 mil toneladas de agrotóxicos no Brasil; em 2012, esse número saltou para 827 mil toneladas: em seis anos, houve um aumento da ordem de 72%. De acordo com o Ministério da Saúde, enquanto no mundo houve um aumento de 93% no consumo de agrotóxicos entre 2000 e 2010, no Brasil a elevação foi de 190%.
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“É importante  pensar em campanha nacional, não estamos criminalizando os produtores rurais, mas estamos pensando na saúde. Precisamos combater o uso inadequado, que tem causado intoxicação. Podemos sugerir uma cartilha para distribuição nas áreas de produção agrícola, porque, acredito que tudo passa pela educação”, Representante do CFM, Rosylane Nascimento das Merces Rocha 

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“Precisamos sensibilizar o poder público, os agricultores utilizam o agrotóxico apenas por necessidades, no combate as pragas que prejudicam o desenvolvimento da lavoura, portanto, o produto é caro e prejudica a saúde do trabalhador rural, que precisa de orientação adequada. Hoje são inúmeros os produtores rurais que utilizam agrotóxicos sem registro, por causa da burocracia e lentidão do sistema, seja pela falta de fiscalização, pela fragilidade legislativa ou qualquer outro motivo, problemas envolvendo a venda, o registro e a utilização de agrotóxicos ainda são comuns no Brasil”, explica o assessor técnico da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), José Eduardo.

 

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“Tema relevante e que deve está na pauta das discussões. Os trabalhadores do campo necessitam de uma massificação da informação, para que tenhamos uma sociedade se alimentando de forma mais saudável e os trabalhadores livres de intoxicação”, concluiu o Coordenador da Federação Nacional dos Trabalhadores da Assistência Técnica e Extensão Rural e do Setor Público Agrícola do Brasil (Faser), Aldo de Jesus

 

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Acesse aqui íntegra da audiência: http://www2.camara.leg.br/atividade-legislativa/comissoes/comissoes-permanentes/capadr/videoArquivo?codSessao=51209&codReuniao=37330

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