Violência contra jovens negros e pobres é tema de debate em MG

by itlabs
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NEGROSSO deputado federal Zé Silva (Solidariedade/MG)  membro da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investiga a violência contra jovens negros e pobres em todo o país, participará do debate público  em parceria com a Comissão de Direitos Humanos da ALMG.  Os parlamentares discutiram o tema com pesquisadores e estudiosos, representantes de movimentos sociais e parentes de vítimas da violência. Os   parlamentares  realizam uma diligência no bairro Vera Cruz, às 9h,   nesta segunda- feira (8), na sede do Grupo de Pais dos Educandos do Ciame Flamengo ,com o objetivo de ouvir  relatos de violência contra jovens negros na região, já o debate  com  os especialistas ocorrerá na Assembleia Legislativa de Belo Horizonte,  às 13h30.

 

Minas Gerais é o quinto Estado a receber a CPI da Violência contra Jovens Negros e Pobres, que já passou por Rio de Janeiro, Bahia, Alagoas e Espírito Santo.

 

“Não podemos aceitar crimes contra os direitos humanos, precisamos “romper” a barreria da desigualdade racial e de classe social no Brasil.Acredito que o trabalho desta CPI, fortalecerá o direito de “ir e vir” dos jovens pobres e negros da cidade e da zona rural, que diariamente são vítimas de crimes e necessitam de proteção do Estado. Os violadores desse direito devem ser   punidos de forma mais rigorosa”, explica Zé Silva.

 

CPI  – A criação da CPI foi motivada pelo alto índice de assassinatos de jovens no Brasil. De acordo com o Mapa da Violência de 2014, dos 56.337 homicídios cometidos no País em 2012, 30.072 vítimas eram jovens entre 15 e 29 anos. Desse total, 23.160 (77%) eram negros e pardos. Ainda de acordo com dados do Mapa da Violência de 2011, em Minas Gerais o número de assassinatos de jovens negros (2.855) é mais que o dobro do número de homicídios de jovens brancos (1.215).

 

Em Belo Horizonte, em 2010, foram 653 homicídios de negros contra 189 de brancos. Ou seja, para cada pessoa branca que morre assassinada na capital mineira, 3,5 negros são vítimas de homicídio. A taxa de assassinatos por 100 mil habitantes é de 52,5 para negros e 17,2 para brancos, como mostrou o Mapa da Violência de 2012. “Nos últimos 12 anos tivemos uma redução de 30% nos homicídios de pessoas brancas no Brasil e, nesse mesmo período, houve um aumento de 38,5% nos homicídios de negros, especialmente jovens e pobres”, informa o presidente da CPI da Câmara dos Deputados, Reginaldo Lopes (PT-MG).

 

Convidados Foram convidados para o debate público os secretários de Estado de Direitos Humanos, Participação Social e Cidadania, Nilmário Miranda; de Educação, Macaé Evaristo; e de Defesa Social, Bernardo Santana de Vasconcellos; o comandante-geral da Polícia Militar, coronel Marco Antônio Badaró Bianchini; o chefe da Polícia Civil, Wanderson Gomes da Silva; a defensora pública Ana Cláudia da Silva Alexandre; a subsecretária de Estado de Promoção de Políticas da Igualdade Racial, Cleide Hilda de Lima Souza; o presidente da Comissão de Direitos Humanos da OAB-MG, William dos Santos; o presidente do Sindicato dos Jornalistas Profissionais de Minas Gerais, Kerison Arnóbio Lopes Santos; o integrante da Coordenação Nacional de Entidades Negras, Marcos Antônio Cardoso; o presidente estadual da Central Única das Favelas, Francislei Henrique Santos; o ex-ministro da Igualdade Racial, Martvs das Chagas; o músico Flávio Renegado; e o estudante Pedro Henrique Afonso.

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